quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ela disse que queria festa, então em uma festa eu a levaria. Mas sabe como ela é em festa, sabe como eu sou em festa. Não temos muito juízo em lugares assim. E lá chegamos, ela como sempre queria beber, pediu um drink que continha vodka, eu fiquei mais na minha, observando o lugar. Soltou-se rapidinho, dançamos muito, apoiava-se em mim enquanto descia, seu corpo deslizava no meu, eu mordia meu lábio, afinal aquilo dava muito tesão. Sabia que eu estava ficando excitada com sua dança, com uma mão entre meu peito e ombro me empurrou pra parede, não parava de descer, rebolar, os copos estavam fazendo efeito. Seus lábios vieram até os meus, mas não me beijou, apenas provocou com sua respiração. Seu olhar só tinha malicia. Suas mãos eram bobas, passavam pelo meu corpo livremente. Seu corpo era o meu castigo, me atentava sem dó. Eu já não estava mais agüentando, arrumei logo um quarto.

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